terça-feira, 13 de março de 2012

Daguerre, Talbot e Archer

Daguerre


Louis Jacques Mandé Daguerre foi um pintor, cenógrafo, físico e inventor francês tendo sido o autor da primeira patente para um processo fotográfico.
Na sequência da sua parceria com Joseph Nicéphore Niépce.
Daguerre herdou a invenção e os conhecimentos adquiridos por Niépce o que lhe permitiu adicionar uma nova variação da câmara escura. Cada um trabalhou de forma independente mas por diferentes vias, Niépce procurava teimosamente resolver o seu processo com betume da judeia ao passo que Daguerre procurava modificar o processo e os materiais usados a fim de reduzir o tempo de exposição que ainda se mantinha em cerca de uma hora. A imagem formada na chapa, depois de revelada, continuava sensível à luz do dia e padecia de curta durabilidade. Daguerre solucionou este último problema ao descobrir que, mergulhando as chapas reveladas numa solução aquecida de sal de cozinha, este tinha um poder fixador, obtendo assim uma imagem inalterável.




Talbot




William Henry Fox-Talbot foi um escritor e cientista inglês, pioneiro da fotografia.
Usava a câmara escura para desenhos em suas viagens. Talbot era um homem bem mais discreto e recolhido que Daguerre. Ele vinha pesquisando a fixação da imagem da câmara escura há tempos.
Logo após o governo francês ter anunciado o invento de Daguerre, Talbot reclamou a prioridade de seu invento num informe à Royal Society.












Archer 


Frederick Scott Archer fez uma das contribuições mais importantes para o desenvolvimento da fotografia durante os primeiros vinte anos de sua existência.
Em 1851 inventou a emulsão de colódio úmida, método que viria substituir os processos utilizados pelo daguerreótipo e o calótipo.

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