O conceito de "aldeia global", criado pelo sociólogo canadense Marshall Mcluhan, quer dizer que o progresso tecnológico estava reduzindo todo o planeta à mesma situação que ocorre em uma aldeia. Marshall McLuhan foi o primeiro filósofo das transformações sociais provocadas pela revolução tecnológica do computador e das telecomunicações.
Como paradigma da aldeia global, ele elegeu a televisão, um meio de comunicação de massa em nível internacional, que começava a ser integrado via satélite. Esqueceu, no entanto, que as formas de comunicação da aldeia são essencialmente bidireccionais e entre dois indivíduos. Somente agora, com o celular e a Internet é que o conceito começa a se concretizar.
O conceito de "aldeia global", criado pelo sociólogo canadense Marshall Mcluhan, quer dizer que o progresso tecnológico estava reduzindo todo o planeta à mesma situação que ocorre em uma aldeia.
Esqueceu, no entanto, que as formas de comunicação da aldeia são essencialmente bidireccionais e entre dois indivíduos. Somente agora, com o celular e a Internet é que o conceito começa a se concretizar.
Essa profunda interligação entre todas as regiões do globo originaria uma poderosa teia de dependências mútuas e, desse modo, promoveria a solidariedade e a luta pelos mesmos ideais, ao nível, por exemplo da ecologia e da economia, em prol do desenvolvimento sustentável da Terra, superfície e habitat desta "aldeia global".
terça-feira, 13 de março de 2012
O modernismo- De Toulouse Lautrec à Bauhaus
O Modernismo é um conjunto de movimentos culturais, escolas e estilos, que permearam as artes e o design da primeira metade do século XX. O movimento moderno baseou-se na ideia de que as formas "tradicionais" das artes plásticas, literatura, design, organização Social, e da vida quotidiana. O fundador da bauhaus foi o Walter Gropius. O Contexto histórico é a 25 de Abril de 1919 na Alemanha.
Toulouse-Lautrec revolucionou o design gráfico dos cartazes publicitários, ajudando a definir o estilo que seria posteriormente conhecido como Art Nouveau.
Arte nova, foi um estilo estético essencialmente de design e arquitectura que também influenciou o mundo das artes plásticas. Era relacionado com o movimento arts & crafts e que teve grande destaque durante a Belle époque, nas últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX. Relaciona-se especialmente com a 2ª Revolução Industrial em curso na Europa com a exploração de novos materiais (como o ferro e o vidro, principais elementos dos edifícios que passaram a ser construídos segundo a nova estética) e os avanços tecnológicos na área gráfica, como a técnica da litografia colorida que teve grande influência nos cartazes.
Toulouse-Lautrec revolucionou o design gráfico dos cartazes publicitários, ajudando a definir o estilo que seria posteriormente conhecido como Art Nouveau.
Arte nova, foi um estilo estético essencialmente de design e arquitectura que também influenciou o mundo das artes plásticas. Era relacionado com o movimento arts & crafts e que teve grande destaque durante a Belle époque, nas últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX. Relaciona-se especialmente com a 2ª Revolução Industrial em curso na Europa com a exploração de novos materiais (como o ferro e o vidro, principais elementos dos edifícios que passaram a ser construídos segundo a nova estética) e os avanços tecnológicos na área gráfica, como a técnica da litografia colorida que teve grande influência nos cartazes.
Design e comunicação - Novo cenário urbano séc XIX e XX
Design é qualquer processo técnico e criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefacto.
Actualmente os mais comuns de design são: o design de produto,design gráfico, design de moda e o design de interiores..
Também se designa por design uma prática e ideologia de design que têm suas origens no século XIX. Além de ser o estilo característico de design da primeira metade de século XX.No século XIX, em função do desenvolvimento das novas tecnologias industriais, houve uma necessidade em se criar uma divisão clara entre o artista plástico e o designer.
A industralização e organização industrial do séc XVIII e XIX, o movimento das Arts and Crafts
Arts and Crafts é um movimento estético e social inglês, da segunda metade do século XIX, que defende o artesanato criativo como alternativa à mecanização e à produção em massa.
Reunindo teóricos e artistas, o movimento busca revalorizar o trabalho manual e recupera a dimensão estética dos objectos produzidos industrialmente para uso quotidiano.
Dissolvida em 1874, deixa sua marca, seja nos padrões de Morris para papéis de parede e naqueles ideais por Mackmurdo, seja nos trabalhos gráficos de Walter Crane, pioneiro da editoração popular. Em 1871, a Guilda de S. Jorge, planejada por Morris, representa mais uma tentativa de conjugar ensino de arte e nova forma de organização do trabalho. Tal experiência frutifica em outras, como na Guilda de Trabalhadores de Arte (1884) e na Guilda de Artesanato (1888).
A importância do Design no Expressionismo Alemão
Design
O expressionismo alemão foi um estilo cinematográfico cujo auge se deu na década de 1920, que caracterizou-se pela distorção de cenários e personagens, através da maquilhagem, dos recursos de fotografia e de outros mecanismos, com o objectivo de expressar a maneira como os realizadores viam o mundo.
O design, desenho industrial ou desenho ou modelo é a configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefacto. Essa é uma actividade técnica e criativa, normalmente orientada por uma intenção ou objectivo, ou para a solução de um problema. Simplificando, pode-se dizer que design é projecto.
Expressionismo Alemão
O star System e o sonho americano
O sistema estelar foi o método de criação, promoção e exploração de estrelas de cinema em clássicos do cinema de Hollywood.
Estúdios iria seleccionar promissores actores jovens e criar personagens para eles, muitas vezes inventando novos nomes e até mesmo novos horizontes. Exemplos de estrelas: Cary Grant, Joan Crawford e Rock Hudson. O sistema de estrelas pôs a ênfase na imagem, em vez de agir, apesar de aulas de actuação discreta, voz e dança era uma parte comum do regime.
O sistema de estúdio foi um dos meios de produção e distribuição de filmes dominante em Hollywood desde o inicio dos anos1920 até aos anos 1950.
O Sonho Americano foi inventado pelo histórico James Truslow Adams, em 1931. Apesar de o significado da frase ter evoluído ao longo da história , para algumas pessoas, o sonho americano é a oportunidade de alcançar uma maior prosperidade material que não foi possível, no antigo país, ou no país de origem.
Estúdios iria seleccionar promissores actores jovens e criar personagens para eles, muitas vezes inventando novos nomes e até mesmo novos horizontes. Exemplos de estrelas: Cary Grant, Joan Crawford e Rock Hudson. O sistema de estrelas pôs a ênfase na imagem, em vez de agir, apesar de aulas de actuação discreta, voz e dança era uma parte comum do regime.
O sistema de estúdio foi um dos meios de produção e distribuição de filmes dominante em Hollywood desde o inicio dos anos1920 até aos anos 1950.
D.W. Griffith e Edwin Stanton Porter
D.W. Griffith
David Llewelyn Wark Griffith, geralmente conhecido por D. W. Griffith (22 de Janeiro de 1875 – 23 de Julho de 1948) foi director de cinema estadunidense. É mais conhecido pelo seu controverso filme "O Nascimento de uma Nação".
Foi um realizador de cinema norte-americano, um dos maiores do início da cinematografia, introdutor de inovações profundas na forma de fazer cinema, considerado o criador da linguagem cinematográfica.
Antes de chegar ao cinema, trabalhou como jornalista e balconista em lojas e livrarias. Griffith iniciou-se no cinema em 1908, com os chamados curta-metragens, que duravam entre 15 e 18 minutos. Tendo realizado cerca de 450 filmes entre 1908 e 1913. É o primeiro a utilizar dramaticamente o close, a montagem paralela, o suspense e os movimentos de câmara.
Em 1914, começou a dirigir filmes de longa-metragem. Em 1915, com O Nascimento de uma Nação(1915), sobre a Guerra Civil Americana, realiza a primeira longa-metragem americana, tido como a base da criação da indústria cinematográfica de Hollywood.
Em Intolerância (1916), usou quatro histórias diferentes, paralelas, para conduzir sua mensagem.Corações do Mundo (1918) tem como cenário a Primeira Guerra Mundial, e combina ficção e documentário.
A montagem paralela, isto é, a alternância de duas ou mais linhas de acção, e o salvamento no último minuto são duas formas de construir o suspense, e foram exploradas exaustivamente por David Griffith. O travelling é outra das inovações introduzidas por ele.
É considerado por muitos como um visionário do cinema, e ficou conhecido pelas polémicas em que se envolveu, principalmente a nível político.
Edwin Stanton Porter (Connellsville, Pensilvânia, 21 de abril de 1870 – Nova York, 30 de abril de 1941) foi um cineasta norte-americano do final do século XIX e início do século XX, um dos pioneiros do cinema. Ficou famoso por dirigir vários filmes para o Edison Studios, de Thomas Edison.
Fundindo o estilo documentalista dos Irmãos Lumière e as fantasias teatrais de Georges Méliès, Edwin Porter desenvolve, em 1902, os princípios da narrativa e da montagem com o filme "Life of an American Fireman", e consolidados um ano mais tarde com " The Great Train Robbery", um filme de 8 minutos, com inovações como a montagem de planos realizados em diferentes momentos e lugares para compor uma narrativa, que foram decisivas para o desenvolvimento do cinema. Foi o primeiro grande clássico do cinema americano que inaugura o género western e marca o início da Indústria Cinematográfica.
David Llewelyn Wark Griffith, geralmente conhecido por D. W. Griffith (22 de Janeiro de 1875 – 23 de Julho de 1948) foi director de cinema estadunidense. É mais conhecido pelo seu controverso filme "O Nascimento de uma Nação".
Foi um realizador de cinema norte-americano, um dos maiores do início da cinematografia, introdutor de inovações profundas na forma de fazer cinema, considerado o criador da linguagem cinematográfica.
Antes de chegar ao cinema, trabalhou como jornalista e balconista em lojas e livrarias. Griffith iniciou-se no cinema em 1908, com os chamados curta-metragens, que duravam entre 15 e 18 minutos. Tendo realizado cerca de 450 filmes entre 1908 e 1913. É o primeiro a utilizar dramaticamente o close, a montagem paralela, o suspense e os movimentos de câmara.
Em 1914, começou a dirigir filmes de longa-metragem. Em 1915, com O Nascimento de uma Nação(1915), sobre a Guerra Civil Americana, realiza a primeira longa-metragem americana, tido como a base da criação da indústria cinematográfica de Hollywood.
Em Intolerância (1916), usou quatro histórias diferentes, paralelas, para conduzir sua mensagem.Corações do Mundo (1918) tem como cenário a Primeira Guerra Mundial, e combina ficção e documentário.
A montagem paralela, isto é, a alternância de duas ou mais linhas de acção, e o salvamento no último minuto são duas formas de construir o suspense, e foram exploradas exaustivamente por David Griffith. O travelling é outra das inovações introduzidas por ele.
É considerado por muitos como um visionário do cinema, e ficou conhecido pelas polémicas em que se envolveu, principalmente a nível político.
Edwin Stanton Porter
Fundindo o estilo documentalista dos Irmãos Lumière e as fantasias teatrais de Georges Méliès, Edwin Porter desenvolve, em 1902, os princípios da narrativa e da montagem com o filme "Life of an American Fireman", e consolidados um ano mais tarde com " The Great Train Robbery", um filme de 8 minutos, com inovações como a montagem de planos realizados em diferentes momentos e lugares para compor uma narrativa, que foram decisivas para o desenvolvimento do cinema. Foi o primeiro grande clássico do cinema americano que inaugura o género western e marca o início da Indústria Cinematográfica.
Thomas Edison e o princípio do cinema sonoro
Thomas Alva Edison foi um inventor e empresário dos Estados Unidos que desenvolveu muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros inventores a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.
Na sua vida, Thomas Edison sendo amplamente considerado o maior inventor de todos os tempos. Não apenas mudou o mundo em que vivia, as suas invenções ajudaram a criar outro muito diferente: este em que vivemos hoje. O fonógrafo foi só uma de suas invenções.
O principio do cinema sonoro é o fonógrafo foi inventado em 21 de Novembro de 1877, por Thomas Edison. O aparelho consistia em um cilindro com sulcos coberto por uma folha de estanho. Uma ponta aguda era pressionada contra o cilindro. Conectados à ponta, ficavam um diafragma (uma membrana circular, cujas vibrações convertiam sons em impulsos mecânicos e vice-versa) acoplado a um grande bocal em forma de cone. O cilindro era girado manualmente, e conforme o operador ia falando no bocal (ou chifre), a voz fazia o diafragma vibrar, o que fazia a ponta aguda criar um sulco análogo na superfície do estanho. Quando a gravação estava completa, a ponta era substituída por uma agulha; a máquina desta vez produzia as palavras quando o cilindro era girado mais uma vez.
O Cinema Fantástico de Georges Méliès
Georges Méliès foi um ilusionista francês de sucesso e um dos precursores do cinema, que usava inventivos efeitos fotográficos para criar mundos fantásticos.
Méliès, além de ser considerado o "pai dos efeitos especiais", fez mais de 500 filmes e construiu o primeiro estúdio cinematográfico da Europa. Também foi o primeiro cineasta a usar desenhos de produção e storyboards para projetar suas cenas. Era proprietário do Théatre Robert-Houdin em Paris, que havia pertencido ao famoso ilusionista francês Jean-Eugène Robert-Houdin.
Tudo começou quando o cineasta ganhou um protótipo criado pelo cinematógrafo inglêsRobert William Paul e ficou tão entusiasmado com o mesmo, que saía filmando cenas do quotidiano em Paris. Um dia a própria câmara parou de repente, mas as pessoas não paravam de se mexer e quando ele voltou a filmar, a ação feita na filmagem era diferente da ação que ele estava filmando. A esta trucagem ele deu o nome de stop-action; criou várias outras como perspectiva forçada, múltiplas exposições ou filmagens em alta e baixa velocidade.
Um de seus filmes mais conhecidos foi Le voyage dans la lune (Viagem à lua) de 1902, em que usou técnicas de dupla exposição do filme para obter efeitos especiais inovadores para a época.
Cinema documental
Documentário é um género cinematográfico que se caracteriza pelo compromisso com a exploração da realidade. Mas dessa afirmação não se deve deduzir que ele represente a realidade «tal como ela é». O documentário, assim como o cinema de ficção, é uma representação parcial e subjectiva da realidade.
O filme documentário foi pela primeira vez teorizado por Dziga Vertov (1896-1954), que desenvolve o conceito de «cinema-verdade» (kino-pravda), defendendo a ideia da fiabilidade do olho da câmara, a seu ver mais fiel à realidade que o olho humano - ideia ilustrada pelo filme que realizou Cine-Olho (1924) -, visto ser uma reprodução mecânica do visível.
O termo documentário é aceito em 1879 pelo dicionário francês Littré como adjetivo referente a algo «que tem carácter de documento». Actualmente, há uma série de estudos cujos esforços se dirigem no sentido de mostrar que há uma indefinição de fronteiras entre documentário e cinema de ficção, definindo um género híbrido. Surge no início do século o termo docuficção. A etnoficção é umas das práticas nobres deste género.
Cinematógrafo
O cinematógrafo é considerado geralmente como um aperfeiçoamento feito pelos irmãos Lumière do cinetoscópio de Thomas Edison. Terá no entanto sido inventado pelo francês Léon Bouly em 1895. Bouly teria perdido a patente, de novo registada pelos Lumière, a 13 de Fevereiro de 1895.
A invenção do cinematógrafo constitui o marco inicial da história do cinema. Na descrição dos próprios inventores, tal aparelho permite registar uma série de instantâneos fixos, em (fotogramas), criando a ilusão do movimento que durante um certo tempo ocorre diante de uma lente fotográfica e depois reproduzir esse movimento, projectando as imagens animadas sobre um anteparo em tela ou ecrã (v.g.: tela, parede). Convencionalmente, a ilusão é produzida pelo fenómeno da retenção retiniana ou, num entendimento mais actual, pelo movimento beta.
O cinematógrafo caracteriza-se por ser um aparelho híbrido, associando as funções de máquina de filmar, de revelação de película e de projecção, ao contrário de outros aparelhos que dele derivaram, como a câmara com funções exclusivas de captação de imagem e o projector de cinema, capaz de reproduzir essas imagens sobre uma superfície branca e lisa. Nele se utiliza o mesmo tipo de película usada por Thomas Edison nalgumas das suas criações.
Irmãos Lumière e a primeira projecção pública
Auguste Marie Louis Nicholas Lumière e Louis Jean Lumière, os irmãos Lumière, foram os inventores do cinematógrafo(cinématographe), sendo frequentemente referidos como os pais do cinema.
Louis e Auguste eram filhos e colaboradores do industrial Antoine Lumière, fotógrafo e fabricante de películas fotográficas, proprietário da Fábrica Lumière (Usine Lumière), instalada na cidade francesa de Lyon. Antoine reformou-se em 1892, deixando a fábrica entregue aos filhos.
O cinematógrafo era uma máquina de filmar e projetor de cinema, invento que lhes tem sido atribuído mas que na verdade foi inventado por Léon Bouly, em 1892, que terá perdido a patente, de novo registada pelos Lumière a 13 de Fevereiro de 1895.
A primeira projecção pública de apresentação do invento ocorreu a 28 de Dezembro de 1895 na primeira sala de cinema do mundo, o Eden, que ainda existe, situado em La Ciotat, no sudeste da França. Contudo, a verdadeira divulgação do cinematógrafo, com boa publicidade e entradas pagas, teve lugar em Paris, no Grand Café, situado no Boulevard des Capucines. O programa incluía dez filmes. A sessão foi inaugurada com a projecção de La Sortie de l'usine Lumière à Lyon (A Saída da Fábrica Lumière em Lyon). Méliès esteve presente e interessou-se logo pela exploração do aparelho.
Eadweard James Muybridg
Eadweard J. Muybridge foi um fotógrafo inglês, conhecido por seus experimentos com o uso de múltiplas câmeras para captar o movimento, além de inventor do zoopraxiscópio- dispositivo para projetar os retratos de movimento que seria o precursor da película de celulóide que é usada ainda hoje.
Muybridge nasceu Edward James Muggeridge , em Kingston, Inglaterra. É possível que ele tenha mudado seu nome para combinar ao rei Eadweard. Embora não tenho mudado seu nome até meados de 1870, mudou seu sobrenome a Muygridge, seguido por Muybridge - no lançamento de sua carreira fotográfica.
Em 1855 Muybridge chegou em São Francisco, começando sua carreira como agente e livreiro de um editor. Saiu de São Francisco no fim dessa década, e após um acidente em que sofreu lesões em sua cabeça , acabou retornando a Inglaterra por alguns anos. Reapareceu em São Francisco em 1866 já com o sobrenome Muybridge , e tornou-se rapidamente bem sucedido na profissão, se centrando sobre paisagems e assuntos arquitetônicos.
Objectos ópticos: taumatrópio, fenacistoscópio, zootropo, praxinoscópio
Taumatrópio
A invenção do Taumatrópio teve como objectivo justificar um fenómeno de ilusão óptica denominando a persistência retiniana. O seu autor foi o médico e físico inglês John Ayron (ou Ayrton) Paris. Há algumas dúvidas quanto à data do invento, que oscila entre 1824 e 1827. No entanto, o Thaumatrope foi descrito pela primeira vez por este investigador no livro “Philosoohy in Sport made Science in Earnest” de 1827.
É o brinquedo óptico mais simples e de menor dificuldade de execução. Consiste num disco com uma imagem diferente em cada lado, e um cordel em duas extremidades. O objectivo é sobrepor as imagens como se fosse só uma, através da rotação do disco. Para isso, enrolam-se os cordéis e a seguir puxam-se. Enquanto o disco roda as imagens fundem-se criando a ilusão de ser apenas um desenho.
Consiste em vários desenhos de um mesmo objeto, em posições ligeiramente diferentes, distribuidos por uma placa circular lisa. Quando essa placa gira em frente a um espelho, cria-se a ilusão de uma imagem em movimento.
Pouco depois da sua invenção, Plateau descobriu que o número de imagens para criar uma ilusão de movimento óptima era 16, o que posteriormente utilizariam os primeiros cineastas usando 16 fotogramas por segundo para as primeiras películas.
Foi um jogo muito popular na época e um dos avanços até a aparição do cinema criado na primeira metade do século XIX.
Praxinoscópio
Derivado do Zootropo, no local das fendas eram colocados espelhos que impossibilitavam a visualização direta e dando uma impressão cintilante nos desenhos. Através de um complicado sistema de lentes e espelhos a animação era projetada em uma tela. Centenas de desenhos eram feitos para gerar 15 minutos de um espetáculo ótico aberto ao público, o primeiro denominado “Pantominus Lumineuses” (algo como enganar com luzes na tradução) foi feito pelo próprio Émile Reynaud. A apresentações eram coloridas, com trilhas sonoras condizentes com o enredo ( musicado por Gaston Paulin), cenários da sala de apresentação bem elaborados e personagens rigorosamente adaptados geraram aproximadamente 1300 apresentações em Paris. O invento funcionou até 5 anos após a inveção do cinema.
George Eastman e a Kodak
George Eastman foi um empresário. Fundou a Kodak e foi inventor do filme fotográfico, que permitiu a popularização da fotografia.
Kodak é uma empresa multinacional dedicada ao design, produção e comercialização de equipamentos fotográficos profissionais. Foi fundada em 1888 por George Eastman.
Eastman deixou o seu emprego em um banco para dedicar-se inteiramente ao novo projecto, fazendo pesquisas intensas com a intenção de simplificar a fotografia. Em 1888, ele lançou a câmara KODAK, tornando a base da fotografia acessível a todos.
A nova câmara podia ser transportada para qualquer lugar com facilidade.
Em 1884, a parceria de Eastman e Strong formou a nova companhia Eastman Dry Place and Film Company. Em 1889, formou-se a Eastman Company e, a partir de 1892 passou a se chamar Eastman Kodak Company e passou a distribuir mundialmente seus produtos. Isso precisou, logicamente, de uma forte campanha publicitária.Eastman entendia que para atingir o sucesso de seu empreendimento, era necessário suprir as necessidades e desejos de seus consumidores.Em 1900, centros de distribuição foram estabelecidos na França, Alemanha, Itália e outros países da Europa. Uma unidade no Japão estava sendo considerada ao mesmo tempo em que a unidade do Canadá era construída.Desde 1900 já fazia câmaras fotográficas modernas na época. A Kodak produziu sua primeira câmara digital na década de 1990. O software da companhia chama-se EasyShare.Hoje, a Kodak possui operações de manufatura na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia, e os produtos Kodak estão disponíveis em praticamente todos os países.Em 2012, segundo o The Wall Street Journal a empresa estaria se preparando para solicitar sua falência o que se confirmou em 19 de janeiro de 2012, quando a Kodak apresentou perante um tribunal de Nova Iorque um pedido de concordata para reorganizar seus negócios.Em Fevereiro de 2012 anuncia que deixara de fabricar câmaras digitais de foto e video e também no segundo semestre de 2012.A invenção de Maddox da emulsão fotossensível gelatinosa (rolo)
Foi um médico inglês, Richard Maddox, que, em 1871, experimentou ao em vez de colódio, uma suspensão de nitrato de prata em gelatina de secagem rápida.
A gelatina, de origem animal, não só conservava a emulsão fotográfica para uso após a secagem como também aumentava drasticamente a sensibilidade dos haletos de prata, tornando a fotografia, finalmente, instantânea. Era o processo extremamente barato e, ao substituir o colódio, ficou conhecida como chapa seca.
Daguerre, Talbot e Archer
Daguerre
Louis Jacques Mandé Daguerre foi um pintor, cenógrafo, físico e inventor francês tendo sido o autor da primeira patente para um processo fotográfico.
Na sequência da sua parceria com Joseph Nicéphore Niépce.
Daguerre herdou a invenção e os conhecimentos adquiridos por Niépce o que lhe permitiu adicionar uma nova variação da câmara escura. Cada um trabalhou de forma independente mas por diferentes vias, Niépce procurava teimosamente resolver o seu processo com betume da judeia ao passo que Daguerre procurava modificar o processo e os materiais usados a fim de reduzir o tempo de exposição que ainda se mantinha em cerca de uma hora. A imagem formada na chapa, depois de revelada, continuava sensível à luz do dia e padecia de curta durabilidade. Daguerre solucionou este último problema ao descobrir que, mergulhando as chapas reveladas numa solução aquecida de sal de cozinha, este tinha um poder fixador, obtendo assim uma imagem inalterável.
Talbot
William Henry Fox-Talbot foi um escritor e cientista inglês, pioneiro da fotografia.
Usava a câmara escura para desenhos em suas viagens. Talbot era um homem bem mais discreto e recolhido que Daguerre. Ele vinha pesquisando a fixação da imagem da câmara escura há tempos.
Logo após o governo francês ter anunciado o invento de Daguerre, Talbot reclamou a prioridade de seu invento num informe à Royal Society.
Archer
Frederick Scott Archer fez uma das contribuições mais importantes para o desenvolvimento da fotografia durante os primeiros vinte anos de sua existência.
Em 1851 inventou a emulsão de colódio úmida, método que viria substituir os processos utilizados pelo daguerreótipo e o calótipo.
Louis Jacques Mandé Daguerre foi um pintor, cenógrafo, físico e inventor francês tendo sido o autor da primeira patente para um processo fotográfico.
Na sequência da sua parceria com Joseph Nicéphore Niépce.
Daguerre herdou a invenção e os conhecimentos adquiridos por Niépce o que lhe permitiu adicionar uma nova variação da câmara escura. Cada um trabalhou de forma independente mas por diferentes vias, Niépce procurava teimosamente resolver o seu processo com betume da judeia ao passo que Daguerre procurava modificar o processo e os materiais usados a fim de reduzir o tempo de exposição que ainda se mantinha em cerca de uma hora. A imagem formada na chapa, depois de revelada, continuava sensível à luz do dia e padecia de curta durabilidade. Daguerre solucionou este último problema ao descobrir que, mergulhando as chapas reveladas numa solução aquecida de sal de cozinha, este tinha um poder fixador, obtendo assim uma imagem inalterável.
Talbot
William Henry Fox-Talbot foi um escritor e cientista inglês, pioneiro da fotografia.
Usava a câmara escura para desenhos em suas viagens. Talbot era um homem bem mais discreto e recolhido que Daguerre. Ele vinha pesquisando a fixação da imagem da câmara escura há tempos.
Logo após o governo francês ter anunciado o invento de Daguerre, Talbot reclamou a prioridade de seu invento num informe à Royal Society.
Archer
Frederick Scott Archer fez uma das contribuições mais importantes para o desenvolvimento da fotografia durante os primeiros vinte anos de sua existência.
Em 1851 inventou a emulsão de colódio úmida, método que viria substituir os processos utilizados pelo daguerreótipo e o calótipo.
Niépce e a primeira "heliografia"
Joseph Nicéphore Niépce, nasceu em Chalon-sur-Saône a 7 de Março de 1765 e morreu a 5 de Julho de 1833 em Saint Loup de Varennes. Niépce foi um inventor francês e foi o responsável pelas primeiras fotografias existentes. Quando em 1793 começou a exprimentar as primeiras fotografias, as imagens desapareciam rapidamente.
As primeiras fotografias que Niépce conseguiu que demoravam tempo a desaparecer foi em 1824. Ele chamava-lhe o processo de Heliografia e demorava oito horas até se gravar uma imagem.
"câmara escura" e da "lanterna mágica"
Câmara Escura
A câmara escura é um tipo de aparelho óptico baseado no princípio de mesmo nome, o qual esteve na base da invenção da fotografia no início do século XIX.
Ela consiste numa caixa com um buraco no canto, a luz de um lugar externo passa pelo buraco e atinge uma superfície interna, onde é reproduzida a imagem invertida.
Lanterna mágica
O aparecimento da lanterna mágica remonta ao séc.XIII e consiste num instrumento que projeta imagens registadas em suporte transparente. A experiência consistiu na projeção sequencial de imagens através de uma série de lanternas colocadas em semicírculo, apontadas para a mesma tela, as quais uma após outra, imagens diferentes e serviram como divertimento doméstico com o espetáculo.
Embora as lanternas mágicas não fossem máquinas preparadas para o visionamento de Imagem em Movimento, foi possível projetar imagens animadas numa tela com estes aparelhos.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Arte Rupestre e Sombras Chinesas
Arte Rupestre
A Arte Rupestre são pinturas e gravuras que estão representados nas paredes das grutas, ou no exterior, em vastos conjuntos rochosos, que podemos encontrar figuras de animais como:
A Arte Rupestre são pinturas e gravuras que estão representados nas paredes das grutas, ou no exterior, em vastos conjuntos rochosos, que podemos encontrar figuras de animais como:
- mamutes;
- cabritos- monteses;
- cavalos;
- touros.
Podemos encontrar em França, nas grutas Lascaux; em Espanha, nas grutas de Atlamira e em Portugal, em Vila Nova de Foz Côa.

Sombras Chinesas
As sombras Chinesas vieram de origem nos países orientais, cujos principais motivos representados eram: religião, sátira, lenda e história. Nos países ocidentais da Europa as sombras chinesas tiveram a sua grande divulgação no séc. XIX, em que eram conhecidas em França desde 1770. Neste país, vários animadores de rua que tinham como sombra chinesa a base do seu trabalho. O primeiro teatro de sombras fixo, surgiu em Versailles (França), e foi criado por D.Séraphin.
que, hoje, o teatro de sombras, passou a ser uma “ferramenta” peculiar para narrar histórias, sendo utilizada entre os adultos, mas é entre as crianças que este tipo de teatro se impõe, assumindo-se como uma forma de entretenimento e como instrumento didáctico/pedagógico.
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